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Onde nascem as histórias?

De onde vêm as histórias? Elas nascem nos recantos silenciosos da alma, nos sussurros do vento que atravessa uma cidade adormecida, ou talvez no brilho fugaz de um olhar trocado em meio à multidão. Para o escritor, o mundo não é apenas um lugar para se viver, mas um universo infinito de possibilidades, um solo fértil onde cada semente de observação pode germinar e se transformar em uma floresta de narrativas. Muitos acreditam que para escrever um livro é preciso esperar por um relâmpago de inspiração, uma musa que desce dos céus com um enredo completo e personagens prontos. Mas a verdade é que as histórias não são encontradas; elas são construídas. Nascem da disciplina diária de sentar-se diante da página em branco, mesmo quando as palavras parecem distantes. Nascem da coragem de explorar as próprias vulnerabilidades, medos e alegrias, transformando o caos interno em uma ordem que pode ser compartilhada. Cada livro é um ato de teimosia e fé. É a teimosia de continuar digitando quando a dúvida grita que ninguém se importará. É a fé de que, em algum lugar, um leitor desconhecido encontrará um lar, um espelho ou uma janela naquelas palavras que você com tanto esforço organizou. A escrita é uma jornada solitária, repleta de becos sem saída e de personagens que se recusam a cooperar. No entanto, é nessa solidão que o escritor encontra sua voz mais autêntica. As histórias nascem da curiosidade. Nascem quando você se pergunta “e se?”. E se aquele velho casarão abandonado guardasse um segredo de amor? E se a caixa de cartas da sua avó revelasse uma vida que ninguém conhecia? E se o futuro não for como imaginamos? Cada pergunta é uma porta. Escrever é ter a ousadia de girar a maçaneta e explorar o que há do outro lado, sem medo do que vai encontrar. O ato de escrever um livro é, em sua essência, um ato de generosidade. É pegar um fragmento do seu mundo interior – uma ideia, um sentimento, uma memória, e polir até que ele brilhe o suficiente para iluminar o caminho de outra pessoa. É criar um refúgio para quem precisa escapar, um desafio para quem busca reflexão e um amigo para quem se sente só. Portanto, se você sente o chamado para escrever, não espere pelo momento perfeito. As histórias já vivem dentro de você, nas experiências que acumulou, nas pessoas que amou, nas paisagens que observou e nos sonhos que ousou sonhar. Elas nascem no exato instante em que você decide que sua voz merece ser ouvida e que suas ideias são dignas de existir além dos limites da sua mente. Pegue sua caneta ou abra seu computador e comece. O mundo está esperando para ouvir o que você tem a dizer. As histórias nascem no seu compromisso com a palavra. Adelson Sena

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Fé em Juízo

Há processos que não se encerram com uma sentença. Permanecem no corpo, nas estruturas que resistimos a demolir por dentro.Quem viveu comigo não foi o juiz.Quem ergueu a construção, carregou os tijolos e recolheu os cacos fui eu — com lucidez, cansaço e sarcasmo em doses homeopáticas.Mas, ainda assim, tentam sequestrar a história por vias cartoriais.“Petição não substitui vivência” — dá vontade de gritar forte.É curioso (ou trágico, dependendo da fase da lua) ver quem dizia “você não vai conseguir sozinha” agora alegar vulnerabilidade para manipular a Justiça.Num mundo do avesso, tem vezes que cola.Muitas vezes, quem joga sujo se beneficia com manobras judiciais — mesmo que não tenha sido a “intenção” da Justiça.Não sei se rio, se oro ou se continuo anexando prints.Talvez tudo ao mesmo tempo.A depender do humor da juíza — e da maré.A Justiça, quando chega, vem cansada.Cheia de papéis solenes que dizem muito e revelam pouco.Mesmo assim, sigo com fé.Não a fé cega.A fé da reconstrução — aquela que Napoleon Hill nomeou como força criadora: a certeza de que nada se perde.Sou testemunha de que existe uma força que transforma dor em ação, escombros em base, ironia em texto.Tudo vira combustível.Tudo vira texto.E, às vezes, até prova nos autos.A vida me ensinou a transformar indignação em elegância.Sarcasmo, em ferramenta ética.A escrita virou contenção e criação: uma segunda casa sobre os escombros da primeira.Dessa vez, inalienável.Claro que o humor ácido serve como escudo — e que bom que serve.Mas não escrevo para rir da dor.Escrevo para reinscrevê-la em um lugar onde ela não me paralise.E, com sorte, ajude outras a não se calarem também. Monique Sé

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Lançamento de Preta, novo livro de Ana Cecília Ferreira

Lançamento de Preta, novo livro de Ana Cecília Ferreira, publicado pela Editora BFK Books O evento, marcado por momentos de grande emoção, ocorreu no último dia 23 de agosto, no Cine Teatro Lauro de Freitas e contou com a presença de artistas, jornalistas, comunicadores, amigos e entusiastas da literatura, como Representantes da ALALF, da Flilauro e da Editora BFK Books. Caroline Borba, proprietária da BFK Books, fez a abertura, destacando o convite à originalidade que o livro de Ana Cecília Ferreira nos traz, sendo uma verdadeira celebração das nossas raízes. O lançamento do livro foi um sucesso e contou com espetáculo completo, composto por performances de músicos, dançarina, com direito à recital de poemas feito pela própria autora que, ao final, autografou os livros. Um evento rico em detalhes, digno da grande obra lançada: viva Preta!

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McDia Feliz

A Editora BFK Books, através dos seus Membros do Conselho Editorial e escritores, apoia a Campanha “McDia Feliz 2025” em prol do Hospital Martagão Gesteira. Luzia Moraes, escritora, produtora cultural e ativista social será a Anfitriã do McDonald’s de Villas do Atlântico, que estará de portas abertas para receber a sua visita e a sua ajuda. Henrique Bahia, Membro do Conselho Editorial da BFK Books e apresentador do podcast Quarta Parede será o Padrinho do evento, que contará também com a participação dos escritores Caroline Borba, Adelson Sena, Emanuela Lopes e Marcela Rosa fazendo contação de histórias e levando muita diversão a todos. A ação, que arrecada fundos para o programa de transplante de medula óssea da instituição, acontecerá no dia 23 de agosto (sábado), a partir das 12h, no McDonald’s de Vilas do Atlântico, em Lauro de Freitas. Aguardamos você lá!

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Lançamento do livro Preta

Você está convidado(a) a celebrar uma voz, uma história. No dia 23 de agosto, o Cine Teatro Lauro de Freitas será o palco do lançamento de “Preta”, o aguardado novo livro da escritora Ana Cecília Ferreira. Mais do que um livro, “Preta” é um convite à reflexão, um manifesto de orgulho e identidade. Venha se inspirar, se emocionar e fazer parte deste momento histórico. Marque na sua agenda: Lançamento do livro PretaData: 23 de agosto (sexta-feira)Horário: 18hLocal: Cine Teatro Lauro de Freitas Junte-se a nós para uma noite de literatura, cultura e celebração!

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Pré-lançamento da FLILAURO 2025

É com grande alegria que convidamos a todos para o pré-lançamento da II Feira Literária Inclusiva de Lauro de Freitas (FLILAURO), que acontecerá no dia 14 de agosto de 2025, no Parque Shopping Bahia – Piso L2, a partir das 10h30 e contará com uma programação variada, incluindo roda de conversa, oficina, intervenções culturais com alunos da Escola Gregório Pinto de Almeida, além da Exposição “A Paz em Todas as Línguas”. O evento conta com o apoio da Editora BFK Books.

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A importância do marketing editorial

Escrever e publicar um livro é uma das tarefas mais enriquecedoras e transformadoras que alguém pode realizar. Um livro é muito mais do que uma simples combinação de palavras. Um livro é a materialização expressa dos seus pensamentos, experiências e sonhos, ou seja, mercadologicamente falando, é um produto, capaz de atravessar gerações, deixar legados e ajudar na construção de um novo mundo. Mas, tão importante quanto escrevê-lo, colocar suas ideias no papel, é garantir que sua mensagem alcance o público certo, impacte vidas e inspire pessoas. É aí que entra o poder do marketing. A realidade que vivenciamos trabalhando no mercado editorial é que muitos escritores empenham-se de corpo e alma à criação de suas obras, mas se sentem desamparados quando o assunto é marketing. Usando as estratégias mais eficazes para promover seu livro, você pode potencializar suas divulgação, ao criar uma conexão poderosa com seus leitores podendo transformá-los em potenciais clientes e ou seguidores. O mercado literário é amplo, desafiador e, muitas vezes, imprevisível. A cada ano, milhares de livros são escritos, publicados, lançados, mas apenas uma pequena parte deles consegue se destacar, conquistar leitores e se transformar em best-sellers ou long-sellers. Quando nos perguntam o segredo para alcançar o topo, nossa resposta é única:marketing eficaz. A qualidade da escrita, temas atuais e instigantes, embora sejam elementos importantes, não são suficientes para garantir o sucesso nem atingir a marca de Best Seller. O atual cenário em que vivemos, envoltos em um mundo digital, deixa evidente que houve uma verdadeira revolução sobre como a forma como os livros são descobertos, comprados e lidos. Assim, o marketing tornou-se uma ferramenta indispensável para qualquer escritor que deseja ter sucesso e alcançar as listas dos mais vendidos. Caroline Borba

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A rebelião silenciosa das páginas

Em um mundo onde seu celular vibra mais que um liquidificador em dia de vitamina e a sua capacidade de atenção foi sequestrada por vídeos de 15 segundos, falar sobre livros pode parecer tão “vintage” quanto usar um orelhão. Mas vamos ser sinceros: no meio dessa maratona digital, os livros são mais do que papel e tinta; eles são um ato de rebeldia, um spa para o cérebro e, talvez, a nossa salvação. Pense no livro como o seu portal pessoal de desintoxicação digital. Enquanto as telas nos bombardeiam com notificações, a leitura de um livro físico exige uma coisa quase revolucionária hoje em dia: foco. Não há pop-ups tentando vender algo, nem comentários raivosos para desviar sua atenção. É só você e um universo inteiro contido em páginas. Estudos indicam que a leitura em papel melhora a concentração e a compreensão, especialmente em textos mais longos. É como fazer musculação para o seu cérebro, só que sem a parte de suar e reclamar. Além disso, o livro físico oferece uma experiência sensorial que nenhum dispositivo pode replicar. O cheiro de um livro novo (ou de um velhinho de sebo), a sensação de virar a página, o peso reconfortante nas mãos… são pequenos prazeres que nos ancoram no momento presente. Em um mundo de distrações infinitas, essa conexão tátil é um verdadeiro refúgio. A tecnologia tenta imitar essa experiência, mas convenhamos, deslizar o dedo numa tela não tem o mesmo charme de conquistar mais um capítulo. “Mas eu não tenho tempo!” – a desculpa mais popular do nosso século. A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” aponta que a falta de tempo é a principal barreira para a leitura. No entanto, muitos de nós passamos horas rolando feeds infinitos. A tecnologia, vista por muitos como vilã, pode na verdade ser uma aliada. Que tal trocar 20 minutos de redes sociais por 20 minutos de leitura? Pode ser em um e-reader, que combina a praticidade digital com uma tela mais confortável para os olhos, ou no bom e velho formato de papel. O importante é começar. Ler é um superpoder acessível a todos. Expande o vocabulário, estimula a criatividade, desenvolve o pensamento crítico e, comprovadamente, reduz o estresse. Em um cenário onde a informação é rápida e superficial, a leitura profunda nos ensina a refletir, a questionar e a formar nossas próprias opiniões. Então, da próxima vez que se sentir sobrecarregado pelo caos digital, rebele-se. Desligue as notificações, pegue um livro e mergulhe em uma boa história. Seja para aprender algo novo, viajar para mundos distantes ou simplesmente para encontrar um pouco de paz, os livros continuam sendo nossos guias mais leais e silenciosos. Eles não precisam de bateria, não travam e nunca vão te deixar na mão no meio de uma frase para uma atualização de software. Em um mundo que grita por nossa atenção, o silêncio de um livro é o som mais revolucionário que existe. Adelson Sena

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Pra que serve o seguro de vida se eu já não estarei aqui?

Essa é uma pergunta comum — e legítima. E, legitimando a minha condição de escritora-artista-empresária, posso te dizer: assim como a escrita acolhe os que virão, o seguro de vida ampara os que ficarão em nossa ausência. Ambos se oferecem como ato de amor para um tempo em que já não estaremos presentes. Quem escreve planta palavras como quem garante abrigo: deixa legado, teto contra o esquecimento, calor contra o luto da impermanência física, mapa para reencontros e encontros — de pensamentos, de histórias, do que talvez parecesse perdido. O seguro de vida protege os afetos. Protege suas pessoas para muito além do agora. A escrita também é assim — pensa à frente do tempo. Ela segura a palavra que nem a morte pode carregar. Contratar um seguro de vida é mais que um gesto de responsabilidade: é um gesto de cuidado. É pensar naqueles que continuarão sua história, além da sua presença. Ler é fogo aceso na lareira da memória. E o seguro de vida compartilha desse poder: o de reescrever destinos. Se você enxerga o seguro de vida apenas como algo ligado à morte, talvez ainda não conheça a verdadeira amplitude de coberturas que esse produto pode oferecer. Mais do que amparar financeiramente seus beneficiários em caso de falecimento, o seguro de vida pode ser uma ferramenta de proteção ainda em vida, com coberturas que atuam em situações inesperadas e desafiadoras, como: • IPA – Invalidez Permanente por Acidente • IFPD – Invalidez Funcional por Doença • Doenças Graves • Diárias por Incapacidade Temporária (DIT) • E muitas outras. Ou seja: o seguro de vida não é só sobre a morte. É também sobre viver com mais tranquilidade diante dos riscos do caminho. Se você é o provedor da sua casa, é autônomo, empresário ou simplesmente quer garantir que sua família ou seu futuro estejam protegidos contra o imprevisto, vale considerar esse tipo de proteção como uma parte da sua organização financeira. Quem somos nós? Aproveito para me apresentar: somos a CORBRAS, uma corretora com atuação em todo o território nacional, e por meio desta parceria com a Editora BFK, temos o prazer de oferecer a você condições exclusivas, orientação personalizada e acesso a um portfólio completo de seguros. Vamos aprofundar um pouco mais ? 1. “Seguro de Vida em Vida: As Coberturas Que Você Não Sabia Que Existiam” • Explicação sobre cada cobertura que pode ser usada em vida; • Exemplos (ex: autônomo com DIT, empresário com IFPD) 2. “Seguro de Vida é Só para Quem Tem Filho?” • Quebra de mitos: solteiros, casais sem filhos, idosos… • Planejamento financeiro e sucessório 3. “Quanto Custa um Seguro de Vida? Spoiler: Bem Menos do Que Você Imagina” • Mostrar simulações reais (sem números engessados) • Falar sobre custo-benefício, e diferenciação por idade, profissão, etc. 4. “Como Escolher o Seguro de Vida Ideal para o Seu Perfil” • Tipos de seguro (tradicional, resgatável, temporário etc.) • Dicas práticas para contratação e o papel da corretora na orientação Consulte-nos! CORBRAS Corretora Brasileira de Consultoria em Seguros Ltda. 71.3033-7300 corbras_corretora_seguros Emanuela Lopesescritora-artista, empresária-corretora de seguros

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Por que agora? — A cirurgia que minha mãe não fez

Minha mãe esperou até os 68 anos para tentar fazer a cirurgia nos olhos. Fez exames, consultou especialistas, se animou com a possibilidade. Estava tudo certo — menos o tempo. Morreu antes. Ela nunca reclamava alto, mas bastava prestar atenção: dor de cabeça, dificuldade pra enxergar direito, incômodos diários que ela naturalizou. Um dia percebi: as queixas dela estavam virando minhas. A dor dela, minha herança silenciosa. A estética estava lá também, claro. Sempre deixada pra depois. A vida foi exigente demais pra ela se colocar em primeiro lugar. E porque ensinaram — a ela, a mim, a tantas outras — que vaidade é pecado, luxo, futilidade. Nunca escutada. Fiz a cirurgia que ela não fez. Por mim. Como prêmio simbólico por estar me tratando melhor. Por parar de me abandonar quando mais preciso de mim. Por não deixar que o que é leve vire urgente — e o que é importante fique esquecido. Uma foto de 2019 me ajudou a ver como meu caso evoluiu. Eu ainda questionava a superficialidade. Percebi a evolução da minha mãe nas fotos antigas. Percebi o silêncio. Percebi as dores, mesmo que ninguém houvesse falado delas. Hoje, no meio do turbilhão — frustrações profissionais, conversas atravessadas, esperas demasiadas — eu quis fazer mais uma limonada. Uma das boas. E me lembrei disso tudo. Do tempo que corre. Do corpo que sente. Do cuidado que é preciso não adiar. Fiz por mim. Mas, de certo modo, fiz também por ela. Entre anestesias e afetos, três horas de cirurgia. O tempo parecia suspenso, mas a cabeça não. Enquanto a médica costurava os pequenos cortes que devolveriam leveza ao meu olhar, minha mente tecia outro tipo de urgência: a das palavras não ditas. Uma mensagem não enviada. Um texto inacabado. Um mal-entendido que me inquietava. A médica riu. Com delicadeza, mas com aquela autoridade de quem sabe: “Agora não é hora de resolver o mundo.” Existem afetos que não aceitam repouso. E ideias que se recusam a esperar cicatrização. Mas, aceitei. Ela tinha razão. Entre micropores e devaneios, voltei com um novo olhar, uma escuta mais afiada e a certeza de que não há mal-entendidos onde há espaço para cuidado. Aprendi, naquele silêncio anestesiado, que o modo como a gente se importa também tem forma, tempo e tom. E que escutar alguém com atenção — mesmo quando ela chega confusa, entusiasmada — é um tipo raro de afeto. Agradeço aos envolvidos. “Algumas dores não se dizem — se repetem.Outras, a gente corta, costura, cicatriza e devolve ao mundo com novos olhos.” Monique Sé

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